A
Pirâmide Alimentar
Para
se ter uma alimentação equilibrada, existe
um modo simples e prático de escolher o que se come.
Essa forma é seguindo as orientações
da pirâmide alimentar, que organiza de uma forma
graficamente simples a quantidade no qual os grupos de
alimentos devem
ser ingeridos diariamente.
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Os
alimentos da base devem ser consumidos em maior quantidade.
Essa proporção deve ir diminuindo conforme
os alimentos vão subindo na pirâmide, até que
no topo devem ser consumidos em quantidades mínimas.
O
primeiro grupo é formado pelo arroz, massas, raízes,
etc. Que são fontes de carboidratos e nos dão a
energia necessária para realizarmos as principais atividades
do dia-a-dia.
O segundo nível da pirâmide engloba os grupos das frutas e das
verduras. Estas, são fontes de vitaminas e sais minerais, que são
reguladoras dos nossos metabolismos.
O terceiro nível é composto pelos grupos de leite e derivados,
carnes e leguminosas (ex.: feijão). Que são essencialmente fontes
de proteínas, importantíssimas para a manutenção
e crescimento dos tecidos, ou seja, tem a função construtora.
E por fim, no ultimo nível da pirâmide, encontram-se os grupos
dos óleos e dos açucares simples, aqueles encontrados nos doces
e guloseimas consumidos no dia-a-dia. São em geral, usados pelo organismo
como reserva de energia e por isso serão fatalmente acumulados se ingeridos
em excesso.
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Apesar de ser um instrumento eficiente, a pirâmide alimentar é alvo
de algumas críticas, isso porque não são consideradas
algumas questões importantes. Para isso a Universidade de Harvard (EUA)
desenvolveu um modelo de pirâmide inovadora.
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A Pirâmide de Harvard, como foi batizada, coloca que
as outras pirâmides orientam para a utilização
em larga escala de todas as fontes de carboidratos da base,
porém, deve-se tomar cuidado. Quando se come macarrão,
por exemplo, geralmente vão junto o molho, a margarina,
o atum, o presunto e etc. Outra crítica, é que
são colocadas no topo das pirâmides óleos
e gorduras indicando que devem ser usados em quantidades
mínimas. Isso é verdade até um certo
ponto, a Pirâmide de Harvard lembra que alguns lipídeos,
como o óleo de oliva (muito valorizado na dieta
do mediterrâneo) e o ômega-3 podem até prevenir
problemas vasculares das pessoas que as utilizam da maneira
correta.
Para finalizar, a base da pirâmide não
mais é formada pelo grupo das massas, mas agora
pelo exercício físico. Isso mesmo, agora
o exercício físico é considerado a
base de uma vida saudável, e essa tendência é cada
vez mais comprovada pelo meio científico. Nosso
corpo não foi feito para se manter parado, é uma
máquina que precisa sempre estar em movimento.
Então, se você quer ter uma vida saudável,
siga as orientações da pirâmide alimentar.
O seu corpo agradece!
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Nota: O texto acima tem caráter informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação médica ou de um profissional de saúde.
Matéria
escrita por: Tiago
Pacheco dos Santos
Graduando em Nutrição pela UNIRB.
publicada
em 27/02/2008 |
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